NEGÓCIOS

Depois de inaugurar unidade na Ásia, catarinense Bold visa novos mercados para exportação

07/07/2021 16:00:00

Depois de inaugurar unidade na Ásia, catarinense Bold visa novos mercados para exportação

A abertura da primeira filial no exterior, em 2019, oficializou o processo de internacionalização da Bold

Desde então, o projeto segue avançando e levando a marca jaraguaense para o mundo.

Atualmente, a empresa está se consolidando na Colômbia, com duas unidades em funcionamento no país. 

Há três meses, também foi inaugurado um centro de negócios na Ásia, localizado em Hong Kong. 

Com esse movimento estratégico, a Bold busca ampliar as transações ao nível global, além da América do Sul, América Central e América do Norte, onde o grupo já começou a atuar.

Neste ano, conforme o gestor de Negócios Internacionais, Gledison Flores, o objetivo é expandir a presença em países da América Central e do Norte, que contam com um grande mercado para comercialização de acrílico. 

De acordo com o gestor, também faz parte do posicionamento da Bold operar com distribuidores e agentes (representantes) em outros países, que completam a estratégia de exportação junto às unidades instaladas.

O gestor ainda enfatiza que a tecnologia e o know-how da marca são capazes de atender às mais diversificadas demandas do mercado:

“A nova estrutura, localizada na Ásia, representa um dos passos mais importantes da história da empresa e demonstra o momento de crescimento que estamos vivendo”.

“A unidade irá ampliar a competitividade da Bold em transações internacionais, possibilitando a exportação de um leque variado de produtos para diferentes países e continentes, e também melhorar o atendimento aos nossos clientes”.

Conforme projeção, o processo de internacionalização visa representar 30% do faturamento anual da empresa em alguns anos:

"Esse movimento está alinhado com os valores da Bold, que tem como característica o crescimento rápido e sustentável e a inspiração pelo mundo e pelas pessoas”.

“É possível visualizar a internacionalização sob a ótica do mercado e a humana. Em relação aos negócios, é importante trabalharmos em outros países porque, assim, não ficamos dependentes apenas de uma economia”. 

"Cada país ou região possui seu período de prosperidade e crise e a capilaridade global nos dá equilíbrio financeiro e segurança para novos investimentos”. 

“Do ponto de vista humano, é um privilégio poder conhecer novas culturas, aprender, ensinar e gerar oportunidades de trabalho para pessoas de outros países”.





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Artigo de Carlos José Pereira, Diretor do Seprosc - Sindicato das Empresas de TI do Estado de SC