Tecnologia | Publicado em: 31/03/2017 07:30:00

Ainda tímido, setor emerge, mas continua em baixa. Comércio digital, que deveria ser o alavancador, tem 5%, em média, de participação no mercado varejista brasileiro e ressalta conservadorismo do consumidor e das empresas, aponta o levantamento da consultoria.

A E-Consulting, boutique de estratégia e projetos líder em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em Web, TI, Telecom, Contact Center, Multicanais e Novas Mídias, divulga os números do varejo para este ano. A previsão é que as vendas no comércio eletrônico brasileiro devem atingir R$ 64,1 bilhões em 2017. Um crescimento tímido de 2,72% em relação ao ano passado, que faturou R$ 62,4 bilhões.

O índice do varejo online é calculado pela E-Consulting a partir da soma das vendas online nas lojas virtuais de automóveis, bens de consumo e turismo. O cálculo ainda inclui em sua soma a potencialização do e-commerce B2C (Business to Consumer) nas modalidades tradicional, mobile commerce, social commerce e compras coletivas, além do C2C (Consumer to Consumer).

A E-Consulting também aponta a taxa de penetração do varejo digital frente ao varejo tradicional. De acordo com o estudo, o comércio eletrônico representa, em média, 5% de todo o mercado varejista. Mesmo diante do aumento de números de internautas no País, que somam 123 milhões de pessoas, atualmente, o relatório constatou que a baixa participação digital tem causas ligadas à cultura conservadora das empresas e do consumidor.

“O varejo brasileiro é tradicionalista e isso reflete na maioria das operações das lojas virtuais, que são nada mais do que extensões das lojas físicas. A falta da cultura ao online e de tecnologias que possibilitam essa migração emperram a evolução digital no comércio. Há raras exceções de marcas que já nasceram com cerne digital”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

Além da falta de confiança do comprador, o levantamento ainda constata que o principal desafio enfrentado pelo e-commerce em 2017 será o aumento da restrição ao crédito, mesmo frente a um leve cenário de recuperação econômica. “A crise na economia e o aumento da inadimplência deixaram as instituições financeiras mais rigorosas na aprovação do crédito. Esta restrição impacta na procura do consumidor final. Com credito baixo, ele não compra e nem tem desejo de comprar”, finaliza Domeneghetti.

A pesquisa da E-Consulting é realizada há 13 anos com as maiores varejistas brasileiras dos segmentos de automóveis, bens de consumo e turismo.




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