| Publicado em: 12/06/2018 08:00:00

Por Aldo Luiz Mees
Administrador de empresas e diretor-presidente da IPM Sistemas

 

O Brasil subiu quatro posições no ranking elaborado pela BSA | The Software Alliance para aferir a qualidade das políticas de computação em nuvem entre 24 nações.

Os países são escolhidos com base na sua liderança no mercado de TI, e da última edição do estudo (2016) para a deste ano, divulgada há poucos dias, ficamos à frente da Tailândia, Índia, Rússia, China, Indonésia e Vietnã.

Claro que gostaríamos de estar no topo da lista, mas essa reação já é sinal de que o paradigma está mudando.

A previsão otimista não é apenas um desejo, mas sim uma percepção dos gigantes deste segmento. Basta observar o que disse o porta-voz mundial da Amazon Web Services (AWS) para o setor público, Jeff Kratz, em entrevista recente: para ele, “toda a América Latina tem sido proativa (...) na busca pela redução da burocracia, das reformas e da digitalização. Os próprios cidadãos querem acelerar”, diz o executivo de uma das maiores multinacionais de cloud computing do mundo.

Quem está na ponta, atendendo às cidades brasileiras e fornecendo tecnologia para a promoção da transformação digital, já percebeu que quase 100% das prefeituras que usavam softwares e servidores locais dedicados há três anos já migraram para a nuvem.

O motivo? A desmistificação do processo de migração, que evoluiu em agilidade, segurança e eficiência.

É fácil entender: a atividade-fim das gestões públicas municipais nunca foi o armazenamento e processamento de dados, mas sim o atendimento das demandas dos cidadãos. Sem know-how específico para isso e atreladas às exigências legais na hora de comprar e contratar, muitas cidades montaram verdadeiros parques de TI para manter rodando seus sistemas.

O tempo passou, eles ficaram obsoletos e, por não contarem com a segurança e acessibilidade de uma plataforma online, transformaram o que era pra representar modernidade em empecilho ao desenvolvimento.

Apesar da ineficiência, o medo de perder dados e parar a máquina fez muitos prefeitos e legisladores postergarem a evolução.

Felizmente a migração de sistemas desktop e offline para a cloud evoluiu e hoje consegue-se transportar todos os dados de anos de digitalização de uma cidade para uma nova plataforma, integrada, online, segura e acessível em pouquíssimos dias.

Além da agilidade, os protocolos permitem a operação simultânea sem que serviços essenciais como a prestação de contas, RH e receita tenham que parar.

A evolução é natural e não facultativa, ou o mercado de computação em nuvem não teria a previsão de atingir os US$ 162 bilhões em operações nos próximos dois anos.

O novo jeito de fazer gestão pública interessa diretamente aos cidadãos, ainda que eles não sejam especialistas na tecnologia.

Ela é fundamental para a transformação das instituições, desde a melhoria na distribuição de recursos e até da vida em sociedade.

Dessa forma os entraves para o crescimento econômico e desenvolvimento social deixarão de ser, literalmente, parte integrante do sistema.



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