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Comércio Exterior ao alcance de todos: conheça as opções para sua empresa ingressar no comércio internacional, importando ou exportando
 
       

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 (arquivo *.pps) com mais explicações sobre como ingressar no Comércio Exterior
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Com o mercado cada vez mais competitivo e dinâmico, surge a necessidade de ampliar a atuação e de ficar sempre antenado com as tendências de novos negócios. Para manterem-se na ativa, as empresas precisam estar em constante evolução. Neste sentido, o Comércio Exterior surgiu como alternativa estratégica para as empresas avançarem no mercado.

 

De acordo com o consultor de Comércio Exterior da Casa Nobre Comércio Importação e Exportação, Rafael Melo, nos últimos anos, o avanço cada vez maior das Tecnologias da Informação (TI) aproximou os mercado a ponto das interações comerciais tornarem-se mais rápidas, claras e diretas. “Desde então, tornou-se mais segura e lucrativa as operações com o exterior. Atuar no mercado internacional deixou de ser uma aventura para assumir um caráter de alto profissionalismo, estrategicamente vital para diversos segmentos do setor produtivo. Os produtos nacionais passaram a ter mais aceitação e os preços estão melhores do que antigamente”, explica. Com estes preços mais baixos, as empresas adquiriram tecnologia, maquinários e matérias-primas com custos inferiores no exterior, reduzindo os gastos produtivos.

   
    Rafael Melo: "Atuar no mercado internacional deixou de ser uma aventura para assumir um caráter de alto profissionalismo"

 

Muitas empresas ainda vêem o Comércio Exterior como algo impensável. Segundo o consultor, as burocracias e exigências do mercado criam uma barreira nas pretensões de expansão das empresas. “Mesmo ciente dos benefícios, os empresários esbarram no medo e na inexperiência. Em muitos casos, os que se arriscaram sofreram alguns prejuízos e desistiram dos projetos”, salienta Melo.

 

Para superar problemas como estes, temos hoje a figura dos “trading” e “comerciais exportadores”: empresas especializadas em Comércio Exterior que gozam de legislação específica para sua atuação junto a Receita Federal. Estas empresas contam com profissionais especializados que garantem o sucesso da operação, desde a localização de fornecedores e clientes, até a parte logística e tributária.

 

A atuação dessas empresas, na questão de custos, não inviabiliza as operações. Muito pelo contrário. Normalmente as torna mais lucrativa, em especial pelo planejamento e pelos benefícios especiais que estas empresas dispõem. Segundo Melo, a constituição de uma empresa para atuar no mercado é um pouco burocrática em função da exigência para o credenciamento de importadores e exportadores na Secretaria da Receita Federal.

 

“Desde a entrada em vigor da Instrução Normativa 455/04 da Receita Federal, as empresas que buscam estabelecer-se como importadora e exportadora passam por uma forte fiscalização da Receita para aprovação do seu cadastro. Questões como a situação fiscal e financeira, até às instalações físicas da empresa são avaliadas para constatar as reais capacidades do requerente. E esta fiscalização é constante. A cada nova operação a situação da empresa é analisada. Qualquer empecilho pode levar a suspensão do registro (Radar) da empresa, fazendo-se necessária uma gestão que contemple uma observação contínua da situação fiscal e financeira, o que por muitas vezes se torna oneroso ou mesmo inviável dentro de pequenas e médias empresas”, argumenta Rafael Melo.

 

Por mais exigente e complexo que possa parecer, o mercado internacional, hoje, é mais que uma realidade, é uma necessidade. E para se entrar no mercado internacional sem ser surpreendido, as empresas especializadas em Comércio Exterior são uma opção indispensável nesse processo. Elas dispõem de consultorias, análises de viabilidade, prospecção de clientes, operações de importação, despachos, planejamentos tributários e logísticos; serviços que estes profissionais estão capacitados a oferecer. Com a ajuda dos traders, a empresa consegue manter o foco de atuação e conta com apoio especializado, que trará resultados bastante interessantes na expansão dos mercados e redução dos custos produtivos.

 

Para Melo, “estes intervenientes no Comércio Exterior geram significativos ganhos para a empresa. Mais do que gerir a burocracia frente a Receita Federal, esta empresas estão aptas a formatar as operações da forma mais adequada a oferecer benefícios e possibilidades muitas vezes desconhecidas pelas empresas. Somente estes fatores já resultam em significativo ganho para as empresas, com a abertura de novas possibilidades de forma especializada para cada necessidade”.