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| Catarinenses
melhoram posições no ranking das 100 melhores cidades para trabalhar da
FGV. Blumenau ultrapassa Joinville e São José deixa Criciúma para trás Santa Catarina voltou a ter sete cidades no ranking das 100 melhores da FGV. No ano passado eram seis. Coordenador da pesquisa diz que, apesar do charme da Capital, Joinville e Blumenau oferecem condições mais promissoras para se fazer carreira |
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A FORÇA DAS REGIÕES Tecnologia à parte, as regiões do país também vêm marcando território em outros setores. No Sudeste, Vitória (9a), no Espírito Santo, tem seu desempenho impulsionado pelo crescimento dos setores de serviços e de petróleo e gás. Com previsões otimistas de investimentos nessa área, o Espírito Santo deve se tornar, nos próximos anos, um celeiro de empregos para técnicos e executivos ligados à indústria petroleira. No litoral do Rio de Janeiro, Macaé, cidade movida pelo ouro negro, é o município com maior vigor econômico do país. Por causa do petróleo, em 2004, Macaé chegou a roubar a segunda posição do Rio de Janeiro na classificação geral. No ano passado, ocupou a 9a colocação e neste ano aparece na 13a posição. Na região Sul, Curitiba (5a) surpreende. A capital paranaense ocupava a 8a posição no ranking da FGV-RJ em 2004. Subiu para o 7o lugar no ano passado e agora aparece na 5a colocação. "A cidade está mudando rapidamente", afirma o consultor Jaime Cervatti, da KPMG de Curitiba. Jaime se refere à profissionalização das empresas com sede na capital paranaense, que tem atraído mais e mais executivos. Lá, eles encontram, além da carreira, ótima qualidade de vida e uma infra-estrutura de fazer inveja à maioria das capitais do país. O Nordeste é a terceira região, depois do Sudeste e do Sul, para fazer carreira. Com grande volume de investimentos vindos em sua maioria do setor privado, há oportunidades para profissionais de setores como turismo, petróleo e fruticultura. Há também uma forte demanda por executivos, já que muitas empresas estão profissionalizando sua gestão. As estrelas nordestinas são Recife (7a), Salvador (14a) e Fortaleza (18a). Já as cidades do Centro-Oeste estão se reinventando devido à queda do faturamento no agronegócio. Crescem as oportunidades no setor de serviços, na indústria e no turismo. Goiânia (16a), Dourados (84a) e Campo Grande (44a) estão apostando muitas fichas no turismo de negócios. A única baixa da lista vem do Norte. A região só emplacou quatro capitais ante sete no ano passado. Manaus (21a) continua sendo o carro-chefe da região. A cidade teve forte crescimento industrial no ano passado e oferece boas oportunidades de trabalho para quem tem experiência gerencial. Esse é apenas um resumo do
que você vai ler nas próximas páginas. Cada reportagem trata
de uma das cinco regiões do Brasil. Além das oportunidades
de carreira, você fica sabendo também um pouco sobre o
estilo de vida das principais metrópoles regionais. Algumas
cidades que não aparecem entre as 100 melhores para fazer
carreira são citadas ao longo das reportagens. São
municípios com potencial de crescimento que estão recebendo
investimentos maciços. É o caso da pequena Anchieta, no
Espírito Santo. Estima-se que pelo menos 200 empresas entre
estações de tratamento de gás, gasodutos e novas
siderúrgicas se instalem na cidade nos próximos dez anos. COMO É FEITA A PESQUISA Todas as cidades da lista da FGV-RJ fazem parte do grupo dos 5% maiores municípios do país e têm pelo menos 170 000 habitantes e 210 milhões de reais de depósitos à vista. Em 2006, foram analisadas 126 cidades, de acordo com três indicadores. São eles: 1. Educação Leva em conta matrículas e cursos de graduação, de mestrado e doutorado. Tem o maior peso (4) na nota final. 2. Vigor econômico Usa o ISS e o PIB municipal per capta e tem peso 2 na nota final. 3. Saúde Indicador que mede o número de leitos e de profissionais de saúde. Tem peso 1.
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