TURISMO
Plano de desenvolvimento do turismo de Santa Catarina tem Joinville como centro de negócios do Estado. Segundo programa, demais regiões serão exploradas por seus potenciais naturais e culturais


 
 

 

 

Saiba mais sobre o planejamento turístico de Santa Catarina
Para saber mais sobre o Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável (PDITS), basta baixar a íntegra do projeto em PDF, abaixo:


 

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Conheça os seis núcleos turísticos
definidos no Prodetur

Ilha de Santa Catarina: compreendendo atrativos múltiplos como praias, lagoas, parques, história, cultura e negócios

Natureza e Aventura: caracterizado pelos promontórios de Porto Belo e Bombinhas e Governador Celso Ramos

Sol e Praia: onde se concentram importantes balneários como Balneário Camboriú e Itapema

Centro de Apoio e Distribuição: composto pelo aeroporto de Navegantes, o porto de Itajaí e a cidade de Penha

Vale Europeu: caracterizada pela cultura européia, principalmente a germânica;

Centro de Negócios: caracterizado pela região intensamente industrializada, compreendendo Joinville e seu entorno.

Dividir parte do Estado em seis núcleos turísticos, permitindo a exploração racional dos recursos turísticos de cada região. O Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável (PDITS) nomeia Joinville como centro de negócios de Santa Catarina. Itajaí, Navegantes e Penha formam o núcleo de apoio e distribuição. Regiões de Porto Belo (chamada de Natureza e aventura), Blumenau (Vale Europeu) e Balneário Camboriú/Itapema (Sol e Praia) são apontadas com potencial turístico por suas belezas naturais e cultura. Por Florianópolis compreende-se um conglomerado de todas as atrações encontradas em outros núcleos, da natureza a capacidade de ser uma região de negócios.

O objetivo geral do PDITS é revisar e detalhar a estratégia turística proposta pelo Perfil da Área Turística (PAT).

O desenvolvimento sustentável de cada núcleo do Litoral Catarinense considera metas, investimentos, prioridades e impactos. Ao mesmo tempo que leva em conta o conjunto das diferentes esferas do poder público, investidores privados e comunidades locais envolvidos no processo decisório ligadas ao desenvolvimento turístico.

O relatório foi definido pelo Programa de Desenvolvimento do Turismo no Sul do Brasil (PRODETUR-SUL), que tem como premissa básica a integração dos estados beneficiários pelo Programa – Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – por meio do estabelecimento de corredores regionais, que irão nortear a formatação de roteiros turísticos integrados.

Para a elaboração do Plano foram adotadas duas fases interdependentes, e  complementares. A, primeiramente, compreende o PAT, permite uma avaliação preliminar em termos dos atuais fluxos turísticos e seus conflitos.

Na segunda compreende o Plano de Ação (PAC), o qual, com base em análises complementares àquelas realizadas pelo próprio PAT, conclui com a explicitação de estratégias e ações a serem implementadas pelo Programa. O PAT discute e confirma a delimitação da área a ser beneficiada, procede a análise da sua realidade interna, assim como de seu entorno sujeito aos efeitos do turismo e, fundamental, identifica e caracteriza os principais produtos e atrativos turísticos. Para a Área em questão, o PAT conclui que seus maiores atrativos turísticos são os elementos naturais, principalmente praias, lagoas e ilhas.

De fato, segundo a SANTUR (Santa Catarina Turismo), os recursos naturais aí encontrados representam mais de 70% da atratividade turística do Estado. A Área também apresenta uma série de produtos culturais diversificados ao longo do ano e que, apesar de ainda serem pouco utilizados, constituem uma oportunidade para fortalecer produtos complementares, motivando diferentes tipos de demanda, para consumir produtos turísticos ao longo de todo o ano. Em termos de motivações turísticas, se ressaltam: d) Fluxos para Áreas Naturais: turismo de sol e praia, ecoturismo, turismo de observação de fauna e flora e turismo de aventura; e) Fluxos para Negócios e Eventos (congressos e eventos promocionais); e,f) Fluxos para Visitação de Centros Histórico-Culturais (turismo cultural, turismo étnico e turismo religioso).