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Baixe na íntegra
o estudo
da Fiesc
sobre os entraves
ao desenvolvimento. Um documento para guardar
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cópia em Power Point basta preencher os campos abaixo e
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Uma pesquisa junto a analistas e diretores de multinacionais, revela que
o Brasil é o quarto pais mais atrativo para investimentos. Só perdemos
para China, EUA e Índia. Mas porque eles não acontecem? Por causa dos
obstáculos ao desenvolvimento. E eles são muitos. Para quem se interessa
por informações conjunturais sobre os entraves ao desenvolvimento
econômico do Brasil, uma boa fonte de consulta e reflexão é a palestra
"Obstáculos à Competitividade das Indústrias Brasileiras", proferida
pelo primeiro vice-presidente da Fiesc, Glauco Côrte.
Trata-se de um compêndio dos
principais fatores que impedem o desenvolvimento da indústria
brasileira. O documento traz dados impressionantes, como a espetacular
elevação da carga tributária de 25% para 35% do PIB em apenas dez anos,
assim como redução inversamente proporcional dos salários, que
representavam 35% do PIB em 1993 e hoje são de apenas 25%.
E mais: enquanto o
crescimento do País patina em torno de 3% a 4%, a carga tributária per
capita cresceu 16% apenas entre os anos de 2003 e 2004. O documento
mostra também que uma família com renda mensal de 2.500 reais paga por
mês em tributos e contribuições diretos R$ 531,00. Em impostos embutidos
em bens e serviços, como alimentação e telefone, vão mais R$ 390,00. Os
gastos com educação, saúde e segurança, que deveriam ser providos pelo
Estado, custam mais R$ 740,00. Conclusão: a soma do que a família paga
de impostos mais os gastos para custear os serviços que o Estado não
presta fica em R$ 1.661,00 ou 66,4% da renda familiar.
A máquina burocrática parece
insaciável. Não bastassem as já complexas operações para registro e
gestão das empresas, o número de obrigações acessórias simplesmente
duplicou em dez anos, passando de 27 em 1995 para 95 em 2004.